FEVEREIRO DE 2016

PUBLICAÇÃO ||01 de Fevereiro de 2016 || ATUAL**

Olá, Diário! Sei que andei um pouco ocupado, mas precisava publicar, pois tenho a necessidade de contar como andaram meus dias, o que me distanciou um pouco de várias pessoas, e até mesmo do Blog. Foram contratempos, indecisões, decisões, reflexões, e lá vamos nós…
Então, meus contratempos não seriam desculpa para nada, mas quando se tratava do meu futuro como Médico, foi preciso tempo para refletir, reavaliar algumas decisões e dar o voto final em como será minha estratégia para esse ano. Talvez, eu estivesse sendo travado pelos últimos resultados que faltavam, estava aguardando Famerp e Unifesp. Nas duas não passei, Unifesp não deu. Famerp estou na Lista de Espera. Pelo ProUni passei na minha segunda opção em Enfermagem na Faculdade de Medicina do ABC, mas não farei a matrícula. E no Sisu, Lista de Espera… Mas, nada disso me afeta! Apenas estava me segurando de tomar decisões definitivas e nada paliativas. Hoje tomei a decisão definitiva de como irei agir; fui contra algumas coisas que havia decidido no “ápice” das emoções no início de Janeiro e hoje quem entrou em ação foi a minha razão. Mas, antes de dizer qual foi minha decisão, irei comentar um pouco sobre o que me levou à ela…
Era um dia claro de sol… (pode ficar tranquilo, pouparei-lhe destes detalhes rs) Bom, tive um mês um pouco agitado e angustiado por aguardar resultados, não gosto de esperar o resultado das provas que faço.. É a parte mais sofrida! Enquanto aguardava tudo isso, refletia, preparava meus roteiros, decidia se faria cursinho ou se estudaria sozinho, e, por puro “heroísmo” (apesar de saber que sou capaz disso), decidi estudar sozinho. Só que não estava fazendo a escolha racionalmente. Quando você faz suas reflexões emocionalmente, é legal.. Demonstra que você considera relações afetivas, que você é corajoso, e, várias outras coisas, mas quando é só por emoção, você esquece de “passar o pente fino” pra extrair os reais problemas e suas ações para vencê-los. Eu precisava ter certeza de que realmente REPROVEI esse ano, para tomar a decisão mais certa, mais pensada e mais incisiva. E tive essa certeza no meu último resultado. Mas, não estou desanimado por isso, todo o meu trajeto foi minuciosamente calculado, aperfeiçoado, refletido. Não vejo como um problema reprovar, o único problema que me entristeceria de verdade e digo isso com profundidade, seria REGREDIR… Mas, felizmente passei longe disso! Eu PROGREDI. E por este motivo, acabo caindo no real motivo desta postagem. Eu decidi que estou num crescimento progressivo e mudar a estratégia seria arriscado, fugiria do meu planejamento. Não que eu seja incapaz, já que deixei todo meu planejamento antecipado caso não fizesse cursinho. Sou muito estratégico. É que outros fatores demonstram que pra mim a melhor opção será fazer cursinho. É meu último ano prestando (não por desistir) é que chega um momento nos cálculos, nos gráficos de produtividade, que você vê que a próxima vez se mantiver as metas e o ritmo, você baterá seu resultado e mais um progresso mantido, conseguirá passar. Estes progressos, essa evolução só começou a dar resultados mais concretos no cursinho, no Objetivo. Sei que alguns professores da Internet, ou orientadores dizem que é legal mudar de ambiente, mas, no Objetivo me sinto bem, consigo render monstruosamente e satisfatoriamente bem, conheço as estratégias, sei o que fazer e só me preocupo com uma coisa lá: ESTUDAR. Acabo de entrar naquela tal dica do “ambiente de estudo”, estou rendendo muito por isso. Tive as maiores pontuações com relação ao ano passado que já não foi ruim, se continuar com essa pegada em 2017 estarei na Lista de Aprovados. Não tenho mais os problemas antigos de “tenho que aprender isso dessa vez”, “tô precisando de mais conteúdo”, não que eu esteja sendo “desumilde”, Diário. É que não estou com defasagens, só preciso de uns ajustes no que não fui bem, mas meu real problema é o velho “controle do tempo”, sei que é estranho alguém que estuda há um tempo falar de tempo em prova. Mas, acreditem! Tempo é fundamental. Não adianta saber tudo, se você não conseguir administrar o tempo por questão. Então o meu plano de ação para este ano está relacionado unicamente a fazer todas as questões dos tarefas, dos simulados e das provas antigas, desde o início, focando nos três minutos por questão. É possível fazer isso, se eu me acostumar e martelar nisso no cursinho, minha produtividade aumentará e restará tempo para tudo. Fora que fiz uma coisa um pouco “burra”, já que eu treinei da forma certa, acabei fazendo algumas questões difíceis antes só porque dominava o assunto, questões que acertei, mas que levaram boa parte do meu tempo na prova…rs Então, minha meta esse ano para ser aprovado é: controle do tempo! Desde o início. Nas redações fui bem em todas, com notas bem altas. Isso me deixou contente.
Para finalizar esse desabafo, preciso dizer que no dia 15 de Fevereiro entrarei de férias do serviço, e só conseguirei voltar a publicar e responder comentários do Blog à partir do dia 16 de Março. Então, desejo um começo de ano forte e muito bem planejado, com boas decisões e que todos que estiverem lendo esse diário saibam: cada um tem um planejamento específico, pois somos singulares, “temos nosso próprio tempo”, e precisamos sempre mirar o nosso alvo máximo, a Medicina. Lembrem-se; há vidas que dependem da nossa formação, nossos futuros pacientes terão sorte de ter pessoas como nós na vida deles. Não se deixem contaminar pelos profissionais ruins, tentem sempre lembrar do que já passamos enquanto vestibulandos e quando formos “balançados” por situações conflitantes quando formos Médicos, lembremos firmemente do que futuramente iremos dizer em alto tom:
Juramento de Hipócrates:
“Eu, solenemente, juro consagrar minha vida a serviço da Humanidade.
Darei como reconhecimento a meus mestres, meu respeito e minha gratidão.
Praticarei a minha profissão com consciência e dignidade.
A saúde dos meus pacientes será a minha primeira preocupação.
Respeitarei os segredos a mim confiados.
Manterei, a todo custo, no máximo possível, a honra e a tradição da profissão
médica.
Meus colegas serão meus irmãos.
Não permitirei que concepções religiosas, nacionais, raciais, partidárias ou sociais intervenham entre meu dever e meus pacientes.
Manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção. Mesmo sob ameaça, não usarei meu conhecimento médico em princípios contrários às leis da natureza.
Faço estas promessas, solene e livremente, pela minha própria honra.”