ENEM: meu desenvolvimento comparado

Fala galera! Uma postagem que devia há algum tempo resolvi criar coragem e fazê-la logo em vídeo! Inscrevam-se para acompanhar o vlog extensão do nosso blog! Espero que ajude aqueles que estão desanimados com o desenvolvimento. Acreditem sempre, vejam como eu literalmente “engatinhei” até tirar minha maior média esse ano. Lembrando que se não conseguir, vai ser mais um ano de luta direcionada, até vir minha aprovação. ♥

Você já fez a RETROSPECTIVA dos seus anos de LUTA? REFLITA

Sem título
Alusão ao Blog que me inspirou a criar o meu e que me motivou bastante no início de tudo, em meados de 2014. Frase aludida “Estação Vestibular: próxima parada: Medicina!


DIÁRIO || 31 de Dezembro de 2018 || ATUAL*  

Querido diário, eis que me encontro na madrugada do último dia do ano de 2018, no trabalho.
Esse foi mais um ano exaustivo de conciliação entre trabalho, estudos e afetos. Afetos são bem vindos, não se assuste! Entretanto, às vezes só queremos ficar só com nossos pensamentos. Hoje tenho tal oportunidade, e estava aqui refletindo sobre o monte de perrengues que passei para que chegasse nesse dia ou já cursando medicina ou então firme com o pensamento na aprovação.
Foi muito difícil chegar aqui e sacrificar muitas coisas para continuar lutando por isso. É no mínimo razoável imaginar que eu tenha perdido muito para ganhar nesse jogo insensato que se chama vestibular de medicina. Amigos? Perdi tantos que nem sei se posso utilizar esse tratamento para estes que deveriam entender essa fase conturbada. Aqueles que tentam entrar acabam vendo que não é simples ter minha atenção. Não que eu seja uma pessoa difícil, ou até mesmo desatenciosa… É que não me sinto tão a vontade para me abrir com as pessoas. Esse é o ambiente que consigo fazer isso de uma forma menos truncada. Alguns amigos relutantes continuam comigo, valorizo muito eles. Principalmente por entenderem essa fase complicada e todos os meus desequilíbrios (rsrsrs). Muitos deles ainda estão nessa luta, então é plausível que compreendam. Mas, de tudo isso… A pessoa mais importante nesse contexto, foi aquela que menos acreditou em algum momento dessa fase que essa conquista fosse possível. Não por ser uma pessoa que quisesse o pior pra mim, mas, certamente, por proteção. Para que eu não me machucasse com o que viria vorazmente tentar me ferir de todas as formas. As cicatrizes de qualquer batalha são inevitáveis. Contudo, só de estar lutando e desafiando o que a maioria nem sequer tem interesse ou oportunidade, já é estimulante para buscar se superar a cada vitória ou fracasso.
Percebendo meu empenho nesses anos, essa pessoa (já direi quem é rsrs) acabou sendo contagiada por esse sonho, e foi determinante pra que eu não abandonasse tudo nos momentos mais delicados dessa trajetória. E hoje é meu principal estímulo para querer ser aquilo que sempre almejei: me tornar um ser humano cada vez melhor. E não é preciso se tornar médico para isso. Essa pessoa que me dá forças vitais para enfrentar tudo é minha mãe. Ela ocupou um espaço de vazio, tristeza, angústia e até um prelúdio de depressão, quando perdi meu avô em 2016. Eu não sou muito de me abrir sobre essas coisas, mas, indubitavelmente, a melhor escolha que fiz em minha preparação foi a de ficar próximo da minha família (em especial, da minha mãe), que fez com que eu não tivesse entrado numa bola de neve de todas as coisas ruins que pudessem acontecer. Ainda tenho alguns resquícios dessa luta feroz contra o peso da existência. De vez em quando ainda tenho algumas crises de pânico, não quero sair com ninguém e me sinto desconfortável com alguns compromissos que mudem muito minha rotina… Até a vontade que tinha de ver um filme, por exemplo, por puro prazer de me prender naquela trama, foi algo que tive de reaprender gradualmente a fazer, especialmente nos dois últimos anos. É óbvio que existem coisas que ficarão até o final da minha vida. Como a ansiedade, as crises existenciais, o sofrimento pós algum trauma, como o caso das perdas que ainda terei. Estou sempre em transformação. A melhor ilustração disso é a frase em latim que li no livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas” do Machado de Assis: “Tempora mutantur”. Estou em constante mudança, os tempos mudam e eu mudo com o tempo. Todos os dias luto para me reconstruir e desconstruir as rochas corrosivas para que até o findar dessa existência, eu seja alguém que no final diga: “não sei o que vem pela frente, talvez o céu, certamente o nada. Entretanto, valeu a pena ter sido matéria que criou misteriosamente consciência da própria existência. Obrigado “deus?”, obrigado “cosmos?”, não tenho certeza à quem devo agradecer, minha única certeza é: valeu a pena coexistir com todos aqueles que foram cruciais para me tornar esse homem. Não somos nada quando pensamos que não precisamos de ajuda, ou quando pensamos que já sabemos de tudo. Está perto de partir! E só posso dizer isto ao desconhecido: muito obrigado!”

Até breve, diário. Foi um ano difícil, de muitos desafios… Com muitos aprendizados e muitos erros. De muitas alegrias e muitas tristezas. De muitos saltos de fervor e de risos, e de muitas noites silenciosas com lágrimas coléricas e cansadas… Isso é viver. Não omitir nada para si. Permito-me, inclusive, discordar da máxima de Schopenhauer “viver é sofrer” (sem considerar aprofundamentos filosóficos, apenas a máxima), pelo simples fato de que realmente você vive intensamente quando sofre, por não ocultar de si o próprio sofrimento. Muitas pessoas não fazem isso, querem parecer felizes o tempo todo: só estão adiando o sofrimento para algo ainda maior e mais doloroso. O motivo da minha singela discordância, é que também existem momentos tão intensamente maravilhosos, com tanta maestria, que basta alguns minutos ou segundos de uma sensação pueril, pra você esquecer de todas aquelas horas de tristeza que já te esperam de “braços abertos” num futuro remorso, mas, com momentos de imensa catarse. É inevitável fugir desse pêndulo existencial. Portanto, digo: não viva apenas a alegria. Não force uma felicidade aparente. Isso pesa em algum momento, principalmente quando a plateia não te observa… Muita coisa boa sai dos momentos tristes. E muita coisa ruim pode ser produzida com repressão da tristeza para manutenção de uma felicidade líquida; é mister que ninguém é feliz o tempo todo. Apenas seja um SER HUMANO. E se permita TODOS OS MOMENTOS!
Que 2019 seja um ano de realização e de muita coisa boa! Muito obrigado, diário. Espero mudar o nome do Blog para algo que aluda à “estudante de medicina”. E vamos metamorfoseando, que o futuro chega num sopro!

O que me motivou a continuar tentando Medicina? (Tente outra vez!)

3959364_x720
Em 2018, é nesse lugar que quero estar!!

Já dizia o amado Raul Seixas, na sua canção antológica “Tente outra vez”. Nunca essa breve frase fez tanto sentido como na vida de quem luta por algo grandioso, assim como nós, vestibulandos de medicina. Daí, Renato Russo complementa o “tente outra vez”, com: “quem acredita sempre alcança”. Antes de ser vestibulando, na minha fase de inexistência de consciência de qual vida gostaria de viver, quando não acreditava em mim e nem que meu futuro poderia ser modificado para o que eu quisesse com as ações do agora, eu ouvia essas canções com apatia, sem nenhuma empatia. Entretanto, na vida, ou a gente “milagrosamente” apanha e descobre qual o melhor caminho e, por conseguinte, obtém opções da “felicidade”, ou alguém aparece para nos dizer que é possível ser médico, que não é só o filho do rico que nasceu com dotes intelectuais extraterrestres, e, por isso, está nas melhores universidades públicas do país, sendo ele o único capaz de se tornar um médico. Esses mitos são derrubados depois das primeiras barreiras vencidas. Saber da existência do vestibular. Após o processo árduo da descoberta, depois de ter dissipado parte da sua existência se preparando para o mercado de trabalho, conformando-se com o inefável pensamento propagado por gerações, de que precisamos ser a mão de obra desqualificada que é explorada, e que de forma análoga à escravidão, tem sua existência sem consciência de si própria. Uma passagem de olhos vedados. Sem saber que as opções não são aquelas impostas, mas as que você, através da possibilidade de discernimento, pode dizer: serei médico! Eis o direito do livre arbítrio, que teoricamente é bonito, não fossem os empecilhos já referidos nesse texto. Bom! Chega de tanto pessimismo… rs  Já sabemos não de tempos atuais que tudo está errado na educação e na equidade desta nesse país.  Sem mais delongas; sobre tentar outra vez… 

Ao final da postagem, você, Leitor, poderá dizer nos comentários, caso não seja seu primeiro ano: qual a motivação que te fez tentar de novo?

No meu caso é simples, não desisto da única escolha que foi puramente decidida por mim, não teve nenhuma influência, ninguém disse que deveria ser médico, pelo contrário, todos diziam coisas péssimas, que me faziam querer desistir – inicialmente -, e até me inferiorizavam mais, com coisas referidas em linhas anteriores, porque não sou de uma família tradicional da elite brasileira. Mas, hoje, graças a ignorar tudo o que me foi dito e buscar o conhecimento, faço parte, assim como você, Leitor, da – infelizmente -, minoritária elite pensante desse país. Ann??! Como assim, elite pensante?! Você se acha, cara! Ei… Se você está tentando medicina e tem acesso às fontes de conhecimento, se estuda e tem oportunidade de se preparar, de lutar para aprender e está aprendendo… Saiba que você é minoria sim. Então, precisa fazer algo com sua oportunidade. Precisa efetivar isso, agir com mais seriedade, ter mais vontade! Ano passado tive minha maior provação, de que a vida, essa que vivemos entorpecidos pelos livros, pelas coleções dos cursinhos, pelas listas intermináveis de questões difíceis… Apesar de saber que a morte é o único fim que não se pode negar a existência, é o término de nossa passagem em um curto período de atividade. Nunca pensei nisso antes de ter visto alguém que para mim – mesmo sabendo da efemeridade da vida – era eterno. Depois de saber que por toda parte que correr nesse planeta finito, nunca mais encontrarei meu avô, nunca mais terei o abraço dele, não mais ouvirei sua voz me chamando, não terei os conselhos que ele sempre me dava, não terei com quem compartilhar a alegria de passar, é como numa letra de uma banda que muitos possuem preconceito, do Fresno, “não há ninguém aqui pra você provar que existe”… Sei que é forte isso, e que melhorei muito. Mas, esse trecho nas proximidades do ocorrido, exemplifica com perfeição o que eu estava sentindo e que só agora vocês sabem do que foi esse impacto em minha vida. Depois ter passado por esse ocorrido, sinto que o Alexandre que vos escreve, passou por uma metamorfose, a versão de agora pensa mais nas pessoas que ficaram, estuda com muito mais seriedade, já que não pode desperdiçar o tempo curto que tem aqui, e quer muito fazer algo grandioso nessa vida. Deixar um legado à sua existência. Lembre-se, não estamos aqui para ficar. Então, quando der aquela vontade de parar de estudar, de que você não tem forças… Estudar é menos doloroso que passar uma vida inteira (a única vida que você tem) desperdiçando tempo fazendo o que os outros querem que você faça. Hoje tenho o apoio das pessoas que ficaram, com o estudo sério, sei que conseguirei efetivar esse ano, já que nos últimos anos, apesar de estudar bastante, eu não estava conectado pela força da seriedade. Era guiado pela motivação de um aventureiro que “testa” situações, que vai avançando, sem cravar a certeza do êxito, guiado pelo acaso. Hoje não, vejo esse ano como único. Não me imagino planejando nada pra 2018 que não tenha relação direta com o início da Faculdade de Medicina na USP (de preferência). A vida não pode ser desperdiçada pelo acaso. É isso que me fez continuar… De todos os anos que presto vestibular, nunca tive nada como isso… Que me dissesse “você não teve seriedade nos anos anteriores, por esse motivo, perdeu a oportunidade de já ter iniciado a faculdade”. Todos nós fazemos o nosso tempo na nossa realização, tudo depende da sua vontade e da sua filosofia, de estar certo de que vai dar certo e fazer acontecer. Porque, quando você começa a estudar e pensar “ano que vem estudo mais”, você já está com a filosofia de quem vai reprovar. Era isso que me tirava a efetividade dos meus atos. A falta de seriedade com um sonho… Não basta ter vontade, confiança e planejamento… Se não houver seriedade com seu sonho, com você, com a sua curta existência. Tudo isso me fez ver esse ano como único, e me fez tomar a coragem que nunca tive, de saber dizer “não”, de evitar os excessos, de estar do lado de quem só terei oportunidade de ver por mais alguns anos, pois as pessoas, infelizmente, morrem. Então, aproveite as pessoas que estão com você! Ame sua mãe, seu pai, seu avô, sua avó, seu irmão, sua irmã, seu tio, sua tia, seu primo, sua prima, seu melhor amigo ou amiga, seus colegas. Ame as pessoas!! Elas, quando partem, fazem uma falta imensa. Sei que você está preocupado com a sua aprovação, mas, não se prive de amor. Nós, humanos, não fomos feitos para sermos isentos de amor, e você, meu caro… Escolheu a medicina, precisará saber amar as pessoas, então, comece pelas que estão na sua vida, porque a pior coisa é procurar alguém e saber que ela não está de viagem e retornará semana que vem, é saber que ela nunca mais vai voltar… Dedique-se. Tenha seriedade e respeito pelo seu planejamento. Siga o que você quer fazer, e ouça a voz interna que grita “faça isso”, você precisa se ouvir, dar-se a oportunidade de ser feliz, porque você também partirá, e fazer isso deixando o seu legado, sendo honesto com você e dando-se alegria, não tem preço. Isso ninguém pode fazer por você, só você mesmo! Desculpem a densidade das palavras, exemplos, etc. Sempre fui franco com vocês e não privei nada. Mas, precisava de um tempo pra criar um texto sobre isso… Agora vocês sabem o porquê realmente meu plano vai dar certo. Não é pela planilha exagerada, afinal, a vida planilhada inexiste, por sua complexidade. Saibam que mudei bastante minha planilha. Sempre que percebi haver algum desequilíbrio ou algo que não estava funcionando. Agora é a sua vez, caso queira compartilhar o que te fez continuar tentando… Me diga nos comentários!! Então, por formalidade farei a pergunta… rs
E você? O que te fez continuar lutando pela Medicina?

Se puder, responta! Abraços e sucesso, doutores! Nos veremos nas Listas de 2018!!

(DIÁRIO) MARÇO DE 2017 – O que ando fazendo do meu conúbio com o vestibular?

PUBLICAÇÃO ||05 de Março de 2017 || ATUAL**

16804473_1290459577697521_8711952319192827990_o

 

Que coisa, heim gente? Eis que estou em meu primeiro diário de 2017! Olhem os meses passando… Lembro que em algum texto atrás vos disse que “um ano voa…”. E não é que isso está acontecendo de novo? Bom! O que ando fazendo da minha vida nesses dias que fiquei meio isolado do Blog. Vejamos… Além de ter posto meu plano de estudos em prática, fazendo várias adaptações e só conseguindo relativo êxito de um esboço fixo em meados de fevereiro, as matérias estão entrando e os registros de “fase concluída” sendo relatados na minha pasta de administração de estudos. Não vou lhes dizer que é alegria o tempo todo, porque já passei por estágios de matéria acumulada, principalmente, antes de pegar ritmo novamente. E muitas coisas que fiz no primeiro calendário que postei aqui no Blog, principalmente no que refere-se ao quadro de provas, tive que dar uma flexibilizada, e melhorar no quesito: distribuição de provas ao longo do ano. Foi uma dor de cabeça extra, mas quando você vai “tocando o barco” no seu roteiro, você vai percebendo o que está dando certo e o que está fazendo a maré se levantar lentamente contra a sua pessoa. Só que nesse momento você precisa utilizar a experiência dos erros para perceber que algo tem que ser feito, e não apenas perceber, senão não adianta de nada! E, daí, cometemos outro erro passado. Não.. Não.. Hoje sou um homem movido pela ação planejada e não pela ação imaginada! Pelos atos pensados, mas, executados! Sem nenhum medo. Os prejuízos podem ser trabalhados, mas o que importa no final não é só a parte. Mas, o todo. De que adianta subir um degrau e vibrar por isso, se você não continuar subindo e subindo, e subindo.. E se dando conta de que você já está perto do final. Então, o todo, o somatório das vitórias é muito importante, porque ele é tudo o que te fez ser o que és hoje! É como vejo. Por isso, mudanças são necessárias sempre que seu instinto e seus resultados dizem que é preciso flexibilizar algo. E minha vida? Só estudos? Não.. Não… Eu não vou dizer pra vocês que sou o “senho baladeiro”, aliás, sou um “furão..”. kkkkk. Furei muito com meus amigos, sou aquele cara que vai desistindo de sair gradativamente, até porque não gosto de sair. Mas, aprendi que o verbo “viver”, não é somente, sair e forçar o divertimento (se isso para você não é divertimento). Viver é fazer o que te faz bem. O que tira a sua sobrecarga, o que gera força motriz pra você atropelar os obstáculos. Eu converso com minha mãe, amo falar com ela até de Futebol!! Vejam, ela ama Futebol, o nosso Corinthians. Eu gosto de ler sobre futebol também, pra ter argumentos com ela… kkkkkkkk E além disso, amo meus irmãos, minha família. Jogo video game também nos finais de semana. O velho “rachão” de futebol com meus irmãos. Aquela briga pra ver quem ganha os campeonatos e quem é o primeiro lugar… Olha o espírito do vestibular em lugares que você nem imaginava… kkkkkkk. Bom, além disso, todo final de semana durmo na casa da minha vó. Lá a gente conversa até tarde, bebo aquele maravilhoso e revitalizador café com leite da vovó na xícara feita sob medida para o meu conforto psicológico kkkkkk, assisto filmes até tarde com meu irmão, e converso muito com minha avó! Ela agora está dormindo mais tarde. Amo minha veinha!! Perdi meu avô, mas onde quer que ele esteja, está feliz em nos ver todos juntos, vivendo. Ele sempre foi alegre e  não ia querer ver só melancolia. Sempre bate aquela tristeza às vezes, é inevitável. Mas, quando isso acontece, nada melhor que curtir a presença daqueles que importam para a gente e que ainda fazem parte desse plano. Esse ano estou com poucos amigos presentes, só os remanescentes que me aturaram… kkkkkk. Todos eles focados no vestibular. Então, já dá pra ver. Converso todo dia com um amigo meu, mas é aquilo.. Falamos uns minutos, nos motivamos, e damos aquele “agora foca aí velho! quero ver você aprovado ano que vem heim, vai estudar!!!”. Todos encarnados. E isso resume a minha ausência. Ah! Estava tendo pouca evolução na academia! kkkkk Então, replanejei isso também, estou malhando em casa. E nas minhas férias (mês que vem) pretendo dar uma intensivada só pra  perder uma barriguinha de herança do sedentarismo… kkkkkkk. Quero correr no parque. Vou ver se consigo convencer minha mãe de ir comigo! Sobre as redes sociais… Dei uma isolada. Eu entro sempre que dá vontade no Facebook (ultimamente, ando muito sem vontade de facebook), só quando dá vontade de postar uma letra do Chico e fazer monólogos sobre essa letra kkkkkk, ou até mesmo postar uma reflexão. Sempre que vem. De tudo, não necessariamente de vestibular… Bom… Perdi meu celular ontem e estou sem WhatsApp, e vejam! Eu só estava entrando no Whats das 21 às 0h30. Que era meu tempo de redes sociais. E muitas vezes nem lembrava de ligar o celular… Então, decidi que só pegarei outro no final do ano. Assim, sem WhatsApp, já me livro da necessidade de ter um horário pra entrar num aplicativo que estava quase esquecido… kkkkkk. E acho que é só isso… Desculpa a informalidade, meu Diário; só queria ser mais próximo de você e de quem o lê. Já que as dissertações já exigem minha atenção gramatical. Não quero mecanizar isso aqui não… kkkkk Chega de vestibular, aqui é pra respirar. Então… Vou nessa!! Estava com saudades. Em breve postarei de novo. Aguardem! rs

Se você não conseguiu passar esse ano, não desista!

voce-nao-e-derrotado-quando-perde (1)
Nessa ocasião, pós-sisu, pós vários resultados importantes, uma única certeza: você tentou! Não se envergonhe dos seus resultados, apenas saiba se são reais, ou se você “chutou” tudo, acredito que você, – caro Vestibulando de Medicina, não faz isso e se precisar, não chuta! Usa seu “jogo de cintura”, suas técnicas treinadas. Você é um “rato de prova”, todos têm receio quando você chega em sua sala, com o adesivo em sua carteira trazendo o curso “Medicina Integral” e seu jeito único de demonstrar sua preparação, você tem todas as características de um vencedor, confie mais na pessoa que te guia todos os dias, confie em você! Para Medicina devemos buscar todo conhecimento que nos ajude nas resoluções, para isso é fundamental treinar bastante suas “armas de guerra”, seu diferencial, não prepare-se apenas na didática, pense também nas suas “multi-armas”, tudo faz diferença para nós. Fiz um levantamento sobre meus anos como Vestibulando, desde 2010 prestando, entretanto, focado em Medicina, desde 2012. Eu estava triste, pois não consegui passar ainda e presenciei pessoas menos experientes conseguindo a aprovação. Isso parece desmotivar muito, mas após fazer as notações gráficas cheguei à seguinte conclusão: De 2010 à 2011 – Queda brusca. De 2011 à 2012 – Leve alta. De 2012 à 2013 – Alta. De 2013 à 2014 – Salto (recorde). Observação: Preciso melhorar muito pouco para conseguir passar, meu foco é aperfeiçoar meus pontos fracos, ser mais produtivo e conseguir um novo recorde: poder escolher entre as universidades do meu sonho: (USP e UNIFESP) O que eu fiz para melhorar meu desempenho? Se vocês observaram nos anos de 2010 à 2011 tive uma queda muito grande, eu deveria ter progredido, mas minha nota caiu demais. Minha primeira reação foi a decepção, me achei um incapaz, abaixo das outras pessoas, um inútil que não tem a mínima capacidade de competir e que jamais chegaria à nota de um Vestibulando de Medicina, quase desisti de tudo. Depois de ter sofrido com os resultados, – é importante ter seu momento de sofrimento, ele traz boas reflexões -, minha primeira atitude após esse fracasso foi avaliar o que me prejudicou. Eu nem sabia, mas estava utilizando intuitivamente por minha reflexão a maior arma que já tive: a análise dos meus erros. Meu problema era grave, falta de conhecimento pura. Não sabia nada, até Biologia, matéria fundamental até para “gabaritar” na maioria das provas, eu errei quase tudo. Eu era uma lástima, precisava trabalhar minha “burrice”, – como eu dizia, o mais rápido possível. À partir daí as coisas foram melhorando gradativamente, mas meu gráfico nunca mais teve quedas. Eu sei que não terá mais baixas, pois o erro é meu maior indicador e também que eu não desisto por nada. O amor me guia e sonhar pela Medicina me torna cada vez mais vivo e apaixonado por viver. Às vezes pensamos que nada está dando certo, mas estamos aferindo direito nossos progressos? Estamos nos dando prazos e metas que respeitem nossos limites? Você conhece seus limites? Se preocupa em conhecê-los? Estamos deixando-nos afobar por esse sentimento “eufórico” de ver os aprovados graças aos exemplos alheios que a mídia, as redes sociais ou até familiares nos impõem? Se suas respostas foram desanimadoras não se preocupe. A maioria de nós comete os mesmos erros, eu mesmo, com tantos anos prestando, ainda deixo-me contaminar por esse sentimento dos aprovados, não os desmerecendo, eles têm mérito, mas essas visualizações nos deixam “angustiados”, com vontade de passar logo, com muita fugacidade, podem não apenas trazer um sentimento de tristeza profundo, como na pior das hipóteses: trazer a desistência e a inscrição em outro curso só para sentir o gostinho de uma aprovação. Garanto-lhes, nada se compara ao gosto de passar no curso dos seus sonhos. Não consegui ainda, mas só de pensar meu coração dispara, meus olhos brilham, começo a tremer e querer pular, vibrar, abraçar todos e gritar feito um louco… (risos)

Como lidar com as provocações implícitas ou explícitas que surgem a todo instante? images
Busque o autoconhecimento. Lide mais com você, sei que isso não se adéqua a muitos membros, mas se você se sente inseguro para lidar com essas provações da sua paciência, você precisa se conhecer mais. A melhor forma de refutar essas provocações é você ignorá-las, parece paradoxo, mas é a melhor forma: “refutar com indiferença”. Os provocadores têm muito ódio de pessoas assim, pois elas demonstram equilíbrio, isso é o que você precisa para manter seus eixos e superar suas dificuldades em conjunto, trabalhando tudo, não apenas um termo isolado. Evite conflitos, estamos num momento delicado, as pessoas olham-nos com olhar de “pena”, mas você sente pena de si? Eu não sinto, então não dê uma de “coitado”, reconheça, não obtemos êxito. Lembra de tudo que já conversamos em postagens anteriores sobre produtividade e sobre persistência? Você está aqui para vencer, estipule um prazo longo (que talvez você leve menos tempo para passar do que o planejado) isso deixa sua consciência leve, você tira o “peso do mundo” de suas costas (cobranças da família, amigos, etc), não seja um aceptor de problemas, talvez você tenha uma alma altruísta, mas tente enxergar suas qualidades e aplicá-las onde devem estar nesse momento, voltadas para seu objetivo. Eu sei que você quer ajudar assim como eu, porém, existem várias formas para isso, ajude-se então a tornar-se médico, as pessoas precisam de você, eu quero que você consiga! Precisamos de pessoas com essa determinação e essa paixão por ajudar outros seres humanos, você será um médico maravilhoso! Portanto, evite quaisquer conflitos e saiba “driblá-los” com o mesmo jogo de cintura que você dribla as questões difíceis e as provas difíceis, você é um vencedor! Manter-se nesta página buscando aumentar sua capacidade em vários eixos demonstra sua fortaleza. Passar é questão de paciência, pois em seu caso a aprovação está garantida! Persistência é tudo, aprender a apanhar e lidar com as pessoas te faz crescer! Tem uma coisa que vi hoje no filme “rocky balboa”, trago como exemplo para nós que tentamos muito e nos frustramos por não ter nossos esforços reconhecidos como deveriam. Não vou recordar-me exatamente da fala ou “pensamento”, enquanto Rocky (Sylvester Stallone) levava vários golpes, era algo assim: “Não importa o quanto você bate, mas sim o quanto aguenta apanhar e continuar. O quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha.” Força! Levamos um golpe grande, para alguns como eu, mais de 4 golpes! Mas estamos chegando no nosso “Round”, paciência e não se afobe, chegará nossa hora de “nocautear” nossos obstáculos e abraçar a Medicina. Aos vestibulandos inexperientes: Talvez você teve seu ano mais difícil, estudou muito, não é? Está respirando o sonho de tornar-se médico, muitos obstáculos podem te desanimar e tirarem sua concentração. Busque sempre melhorar, não aceite a imposição nem de veteranos dizendo que você é inexperiente, ninguém sabe quando será aprovado. Uns precisam de 7 anos, outros de 1 ano; só importa uma coisa: não desista e nunca desacredite do seu potencial, você é o único capaz de contrariar a expectativa alheia e vencer-se, ser aprovado! Aos vestibulandos experientes: É caro, estamos no mesmo barco. Mas precisamos sempre renovar nossas esperanças, às vezes o que impede nosso êxito pode ser algum medo passado, lembro que há um tempo atrás o medo do fracasso veio me atormentar novamente, mas somos fortes. Fiz um levantamento dos meus medos e me lancei contra eles, lembre-se: não devemos buscar sobrevivência, devemos encarar nossos medos, enfrentar nossos obstáculos, lutar contra nós mesmos e, por fim, concluirmos que quando fazemos tudo isso, sobreviver transcende-se e transforma-se em viver. Você não está num sepulcro em plena vida, você está no mais repleto clímax consigo, pois está vivendo por seu sonho e vivendo seu sonho. Sempre questione-se o que deu de errado, o que você pode fazer de diferente, estipule suas metas, premie-se simplesmente por não ter desistido! Você é um exemplo grande para mim, vibraremos juntos essa jornada concluída.