Não deixe a Amazônia morrer, assine a petição e impeça essa catástrofe!

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Gente, nós como vestibulandos e acima de tudo, como cidadãos e proprietários da nossa Terra, vemos o tamanho da importância que a Amazônia tem para o nosso país e para o mundo. Então, não podia ignorar o fato de estarmos correndo o risco de perder a única riqueza que é puramente nossa, porque o irresponsável que assumiu nossa presidência está querendo pagar sua dívida clientelista com o setor que por séculos faz nosso país de escravo da sua destruição e do seu anacronismo… Não tínhamos como impedir o desmatamento monstruoso da Mata Atlântica, porque não vivemos o período colonial, e as condições naquela época não eram as de agora. Mas, podemos impedir que essa catástrofe se repita! Eu já deixei a minha assinatura nessa petição. Peço, por favor, que entendam o motivo dessa postagem, e participem também! É rápido, são apenas quatro mínimos campos que podem mudar o futuro da Amazônia. Precisamos impedir que nosso único bem seja desertificado. Depois do desastre de Mariana (MG), que acabou com toda uma reserva, que extinguiu espécies, que mudou toda a dinâmica de uma população… Não podemos permitir que impactos ainda mais devastadores levem a nossa Amazônia à morte, corrosão, extinção… E tudo o que depende dela! Todas as vidas que serão conjuntamente devastadas…
ASSINE:
https://secure.avaaz.org/po/nao_ao_deserto_amazonico/?fhRJQab

Um ano atípico? Não. Apenas o desabrochar da maturidade.

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Uma das minhas distrações durante os desgastantes exercícios…rs

Sobre a preparação para o vestibular? rsrs
Esse ano foi tão diferente do que se passou, que pude ter o prazer de em pleno final de Agosto aproveitar o descanso de final de semana, fazer coisas que gosto, ouvir música, fingir que sei tocar violão (rs), dar uma de “crítico literário”, passear no parque, em suma, ser feliz com a minha pessoa. Sem necessariamente deixar de arcar com os meus compromissos de estudante…
Se me afastei das redes sociais? Sério mesmo, isso? Na minha opinião toda atitude desmedida, desproporcional, extremista, é tomada na falta de reflexão.. De autoconhecimento. Porque, quem conhece os limites dos seus extremismos, sabe usar todo recurso “distrativo” como aliado na recarga das energias. Pra mim foi determinante após toda atividade entediante de listas, e mais listas, vir aqui respirar… É assim que consigo descomprimir e quebrar o clima denso da álgebra, geometria, trigonometria, eletroquímica, dinâmica, sistemas conservativos ou não de energia, neocolonialismo, análise sintática, escola de Frankfurt, sociologia brasileira, análises literárias com todas as obras lidas, arte barroca, reparos e mais reparos de erros em provas antigas e por aí vai… Se não tivesse essas válvulas todas, já teria enlouquecido há alguns meses (rs)…
Considero que esse ano está sendo maravilhoso, porque me desgastei menos, e produzi mais, e trabalhei mais os pontos que escorreguei. Só que não acabou. Não tem nada garantido, nunca teve.
Ano passado nessa altura estava quase vomitando minha alma de tanta ansiedade pelo vestibular, engolindo assunto por assunto, sem refleti-lo, sem senti-lo, sem encaixá-lo em determinado contexto, sem aprofundar suas sutilezas, essas que fizeram tanta diferença em questões mais aprofundadas…
Já estou feliz de ter me libertado do modo automático e me tornado mais questionador. Em querer saber mais o porquê, em vez de como fazer. Agora só sei que ele virá – vestibular -, como sempre veio. Todo ano é a mesma coisa… E à mim não traz ânimo, nem desânimo, nem desatino…
Fiz o que pude nesses anos, farei o meu máximo até o último dia de preparação, sem necessariamente me aniquilar. Só importa nesse momento me preservar, me progredir, me cultivar. Sem me importar com a opinião alheia. Afinal, ela nunca me trouxe nenhuma conquista.

Vamos vencer de mãos dadas!

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Isso nos aguarda! Foco, Força e Café!!

Quando criei meu Blog, no dia 19 de Setembro de 2014 (às vésperas do meu aniversário), não imaginava que sendo sincero, desabafando sobre as nuances de um Vestibulando de Medicina em puro existencialismo, ajudaria outras pessoas, dando-os motivos pra seguirem lutando por um sonho justo, num País de injustos. Eu não tinha o discernimento do quão poderia ser um ponto, um minúsculo ponto, que tem o poder de transformar as pessoas, de fazê-las lutar e não aceitar as opressões de quem nunca lutou, e prefere ser vítima desse sistema depreciativo. E mesmo que eu ainda não tenha conseguido me tornar Médico – ainda -. Sinto que já ganhei uma imensidade de experiências, por todas as pessoas que ajudei, e por todas que me ajudaram nessa reciprocidade, da qual chamo: vida. Era para ser um desabafo, que se multiplicou e se transfigurou… Nunca foi para chegar no “milhão” de acessos. Tanto é que não monetizei meu Blog. Não sou um burocrata que brinca com os sonhos das pessoas, indicando coisas de interesses alheios, pra influenciar o sonho delas e ganhar uma gorjeta desleal, sabendo que nem tudo que é indicado é bom… Vejam, que forte! O sonho de outra pessoa. Quem se aproveita do sonho dos outros, só merece o meu desprezo. Mas, quem também luta pra transformar as injustiças sociais, em alternativas para a realização. Merece a minha mais pura admiração. Sei que pra algumas pessoas do meu Facebook, só falo groselhas. Mas, não escrevo pra essas pessoas, porque elas já estão amarguradas pela tristeza de não saberem o que são… Escrevo pra pessoas que só querem um amigo pra dizer: “acredite no seu sonho, você vai conseguir”, mesmo quando o “conseguir”, não dependa de mim, mas, só de confortá-las e dar confiança, quando tantos outros querem corroê-las, já me sinto realizado. Porque, pra fazer o bem, nesse mundo de seres finitos, em que não existe ser sobreposto à outro, posto que somos finitos… Não é preciso estar na Medicina. Basta não ver o outro como inimigo.
De que adianta competir deslealmente, conseguir a minha vaga enganando, execrando, me iludindo, e no final, passar solitário. Na companhia de uma consciência densa, destrutiva, corrosiva, auto-degenerativa… É por isso que nunca deixarei meu Blog. Mesmo quando passar. Já até planejei, quando for aprovado, ele não será mais “Diário do Vestibulando de Medicina”, será “Diário do Ex-Vestibulando de Medicina”, e como espero pra mudar esse nome! rs Que seja em 2018. E aos meus leitores, só me resta o OBRIGADO! Se algum dia quiserem agradecer pelo que fiz em algum momento na vida de vocês, é só propagar autenticidade e repelir a deslealdade. Quem sabe um dia não precisaremos uns dos outros? Não é, futuros médicos?!

Reflexão de quem conheceu muitas vezes a derrota…

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Lembro quando escrevi isso, que minhas certezas suprimiam minhas dúvidas. Posso dizer que se esse ano de preparação – atual, 5ª tentativa de Fuvest – me ensinou alguma coisa.. Foi: isole-se. Seja presente para poucos. Permita que pouquíssimas pessoas saibam o que você está fazendo da sua vida – e ainda assim, oculte algumas coisas -. Continue lutando e faça um trabalho de “formiguinha”, mas não uma formiga burra, que não tem coragem de corrigir os erros. Corrija todas as extravagâncias dos anos que você reprovou. E quando tiver vontade de desistir ou de fracassar… Reconheça que seu trabalho atual não é fruto somente do agora, você precisou errar muito e fracassar muito pra ter a consciência de hoje. O Alexandre do agora, que fará sua 5ª Fuvest lhes diz: a resistência, o sonho – hoje não tão fantasioso -, a corrosão do tempo, tudo me adaptou para mais esse ano. Perdi “amigos”, mas, nunca foi meu objetivo agradar ninguém. Quem ficou, é porque realmente faz parte das minhas amizades e que valorizo muito. E para mim hoje só importa uma coisa: conseguir minha vaga de Medicina na USP. Sei que muitos veem como tolice. Mas, antes de julgar, coloque-se no lugar de quem sofreu durante tantos anos, que abdicou de muita coisa, que viu todos se realizarem, menos você, que “estagnou” (mas, você sabe que não), que trabalhou a prova da Fuvest, que chorou todas as vezes em que não viu o nome na segunda fase, que viu mais um ano a tão aguardada Lista de aprovados da Pinheiros sem o seu nome, e sentiu a tristeza de recolher seus pedaços e mais uma vez, refletir o porquê não foi dessa vez, e driblar as infinidades de perguntas “e aí, passou?”, como se você não soubesse que muitos dos que perguntam, veem antes de você se seu nome está na Lista… Se você que leu tivesse passado por tudo isso, e ainda assim não quisesse alcançar o seu sonho no lugar em que faz seu coração pulsar e todas as tristezas diárias sumirem só de se imaginar nesse lugar.. Se após tudo isso, você não compreender o que é sentir esse desejo incomensurável… Você nunca teve um sonho. Lamento profundamento por ter chegado nessa altura da vida, sem nunca ter tido essa sensação…

 

RETA FINAL! O que fazer com o conteúdo atrasado e qual postura devo ter para não padecer?

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Eis que chegamos em Agosto, e agora é o momento crucial de ser estratégico. – Aos que pretendem passar esse ano – não adianta voltar tudo do zero e reiniciar os estudos metodicamente. Isso seria um erro que traria arrependimentos futuros, após reprovar. Então, como nosso foco é passar, preferi criar essa postagem pra compartilhar um pouco da minha experiência e quais foram meus comportamentos nos anos em que obtive resultados satisfatórios, e o que estou fazendo nesse ano, pra não ficar apenas no “quase”, pra efetivar meu ingresso na Medicina e não ter que lamentar o que não pude fazer. Então, chega de introdução. Vamos lá…

Matérias Atrasadas, o que fazer?

Pra quem está no cursinho…
O melhor é não se distanciar do assunto atual que o professor está trabalhando, isso só causaria mais desespero, pois além de sentir-se atrasado em relação a turma, você teria a tristeza de não entender nada do que o professor está passando. Consequência? Se sentiria um lixo, por estar atrasado e com dificuldades nos assuntos atuais e retrógrados – visto que o tempo nos faz esquecer detalhes cruciais.
O que fazer? Já disse. Não se mantenha distante. Continue praticando o método “Aula dada, Aula estudada”. E quando sobrar um tempinho, porque vai sobrar, volte nos assuntos que não conseguiu estudar. Só que de forma inteligente. Veja nos assuntos atrasados quais tem maior incidência no vestibular que você prestará, e quais você tem muita dificuldade. Priorize ambos. O que você não tem dificuldade, não há porque perder tempo. Liberte-se, cara! Avança!! O tempo está voando.. Pra algumas matérias, sinto lhe dizer que para que você tenha tempo extra pra tirar o atraso, você vai ter que priorizar também. Eu não disse pular, ignorar… Calma. Nas matérias e assuntos mais fáceis pra você, vá direto para os exercícios. Nem perca tempo fazendo resumo, lendo teoria.. Isso só vai te distanciar ainda mais. O negócio é você meter a cara nos exercícios. De preferência de nível médio à difícil. Não precisa pegar uma lista de cem exercícios. Só faça e quando sentir que já está superado o assunto, pule pra próxima lista! Agora é hora de ser eficiente. Se for possível, priorize listas das provas que você vai prestar, pra não tangenciar o domínio do seu vestibular. Seja rápido, mas não negligencie nada.

Pra quem está estudando sozinho…

Você tem tempo razoavelmente maior, mas, nem por isso deve se acomodar. Então, precisa fazer o mesmo. Nos assuntos atrasados, procure aulas de revisão ou resumos que deixem tudo mais objetivo e claro. E depois de uma analisada objetiva, vá para os exercícios e resolva o máximo possível, até se sentir seguro. Se você estuda por alguma plataforma online, pegue as vídeo aulas de revisão. Assista, e “senta bala” nos exercícios! Da mesma forma que no exemplo anterior, saiba priorizar os assuntos.
A ordem decrescente de prioridade é: assuntos recorrentes nas provas e que tenho dificuldade > assuntos que tenho dificuldade, mas que não caem tanto > assuntos que apenas atrasei, mas não tenho dificuldade. No último item (assuntos que não tenho dificuldade) vocês podem somente fazer os exercícios, no máximo, pra matar a insegurança, ver um resumo muito breve e partir pra resolução. No primeiro e no segundo item, os de maior prioridade, vocês já devem fazer um pouco diferente. Se o resumo e aulas de revisão em vídeo forem insuficientes, aprofundem coisas pontuais. Como assim? Coisas pontuais? Sim, vou dar um exemplo. Eu tenho muita facilidade em Dinâmica, mas, só dou uns vacilos em Plano Inclinado. Pronto! Já tem um assunto pontual pra dar uma atenção diferenciada. Então, trabalhe isso!

E as provas, já deveria ter feito ou devo dar ênfase nelas quando?

Então, já deveria ter pelo menos iniciado as provas. Mas, calma! Não é motivo pra se desesperar. O que recomendo é que você faça todos os simulados propostos pelo cursinho (se você faz cursinho), e não fique apenas nisso. Pegue provas antigas e já vá metendo a cara e vendo como está. Pra ver os pontos que precisa dar mais ênfase. Isso vai te ajudar muito no direcionamento de seu tempo remanescente nos tópicos mais relevantes! E pra quem estuda sozinho, pegue as provas antigas também. A frequência de provas depende da disponibilidade de vocês, mas, se possível, o mínimo que recomendo são pelo menos duas provas por semana. Pra recuperar o tempo perdido. Eu, por exemplo, estou fazendo quase todo dia prova, faço no meu serviço mesmo (madrugada). E das 6h30 às 12h durmo. Das 13h às 21h estudo, com intervalos, assuntos complementares e faço revisão do que fui mal nas provas… Seguindo a estratégia que lhes disse. Minha última prova da Fuvest fiz 70 acertos. Sei que é pouco ainda, mas meu problema nessa prova foi a desatenção, outra coisa que só se trabalha prova por prova. Mas, cresci. Comecei acertando 56 (minha pior prova do ano) e avancei, 62, 63, 65 e agora 70. Nessa última, quando corrigi fiquei um pouco decepcionado, porque poderia ter feito pelo menos 80 acertos. Perdi 10 questões que sabia resolver, mas, como estava cansado, desconcentrado, li superficialmente e respondi sem levar em consideração a densidade da questão. E acabei errando. Então é isso. Pense na evolução. Recomendo pra vocês uma coisa que fiz e que recomendei para alguns amigos. É difícil começar direto da Fuvest… Isso “machuca”, porque ela pega bem pesado, meio que “humilha” a gente.. rs Então, aumente o fluxo de provas, mas o gradue. Quando fiz 56 questões e quase chorei de ódio. Vi que não estava preparado pra pegar logo uma prova da densidade da Fuvest, sem ter aprofundado algumas coisas e logo depois que já estava uma estafa de cansado. Daí dei tempo, descansei e recuperei as forças após ter reprovado no vestibular, e esfriei a cabeça, pra me reconstruir gradativamente. E o que eu fiz salvou meu ano e está fazendo minha nota subir, num momento em que é normal apresentar algumas quedas por “n” fatores. Bom, chega de enrolar.. haushausha O que eu fiz? Simples, graduei, iniciei de provas mais “bobas” e aumentei o nível pouco a pouco. Mas, é o que falei. Se forem fazer isso nessa altura, vocês precisam aumentar o fluxo de provas.
Minha primeira prova foi a da Etec, pra vocês verem o nível de insegurança que eu estava. Depois de umas duas dela, fui pra Fatec, fiz mais umas duas. Depois fui para o Enem, e por último pra Unesp, Unicamp e Famerp (primeiro dia). Só depois disso que me arrisquei de novo na Fuvest. E quando fiz, fui para 62 pontos. Com o bônus que tenho já daria pra ir à segunda fase mesmo com 62 acertos. Então, 70 pontos é uma conquista grande pra mim, já que o corte da Fuvest ano passado foi 69. Mas, podia mais! Não me conformo quando erro o que sei. Quando isso acontecer, vocês precisam avaliar o que ocorreu. Eu analisei e vi que foi desatenção. Na minha próxima prova já a farei com muito mais seriedade, só vou parar de me concentrar quando “meus olhos sangrarem”, nas últimas questões.. uahsuahsuahsa
Então, em síntese é isso. Façam muitas provas de já! No mínimo, duas provas por semana. Sei que o “mínimo duas” assusta. Mas, não tem outro jeito. É a única forma de detectar o que vocês ainda estão pecando. De ter um tempo mais ágil, de ter um raciocínio e rendimento maior no tempo de prova. Sem ter grandes quedas. Se não sentirem-se seguros de pegar a prova de vocês de imediado, façam pelo menos duas ou três provas de um nível mais baixo, só pra dar aquele “start” e acordar, e depois, aumentem o nível. Até chegar na prova de vocês. Daí, já era! É só ir fazendo reparos nos assuntos que vocês estiverem errando. Outra coisa, corrijam cada prova como um complemento do aprendizado e uma revisão a parte, um alerta de que “esse assunto não posso mais errar” – essa frase é poderosa! Tem que pegar a resolução comentada nos sites de cursinho e ver porque erraram! E em outra que acertaram, mas que tiveram dúvida, também vejam a análise dos cursinhos. Isso ajuda demais, sério! Depois desse treino vocês conseguem até saber quais são os assuntos que não é preciso ficar bitolando.. Que se cair vocês vão, inevitavelmente, acertar! Daí, se dediquem nos outros, que estão errando. Acho que é só isso que tinha que falar das provas. O restante é só monitorar os resultados e acompanhar sua evolução. Depois disso, verão os pontos e a confiança subirem simultaneamente, num período em que normalmente, tudo isso vai despencando… Nessa altura muita gente está pensando no ano que vem.. “ano que vem me dedico mais”.. Isso é um pensamento comum pra quem não sabe se planejar. Então, sejam estratégicos! Nada de caírem nessa procrastinação involuntária que vai se transformando em voluntária. Ainda temos tempo de reverter os resultados! Ah… Antes que me esqueça! Quem for fazer provas que tenham segunda fase.. Entra no mesmo esquema. É por isso que vocês precisam ter um fluxo maior de provas. Pra atenderem as demandas, recuperarem o tempo e a confiança inicial que os fez optar por Medicina.

Considerações Finais

Bom, apesar de parecer uma correria geral, você precisa ter algum equilíbrio na sua vida, pra não sucumbir no desespero de fechar assuntos, fazer revisões, tirar atrasos, pensar nas provas, fazer provas.. Você precisa ter uma válvula de escape. No meu caso, faço exercícios físicos enquanto assisto “Os Simpsons” online, daí, economizo tempo, também entro no meu Facebook e voltei a postar no Instagram, ouço Chico Buarque e estou eufórico com o novo álbum, com a nova música que ele lançou e com a possibilidade de ir num Show dele pela primeira vez… Reduzi um pouco minha carga de estudos, até porque consegui cumprir meu calendário quase que completamente. Então, pra não perder tempo, já iniciei a revisão. Sei que algumas pessoas que leem meu Blog e que me têm no Facebook se espantam por ser relativamente presente lá. Mas, estou me permitindo isso. Pelo planejamento ter funcionado. E em todos os momentos que se fragilizou algo, antes que sucumbisse, eu mudei a estratégia pontual do que não estava dando certo. Quando você não tem coragem pra mudar o que está te afundando, sua vida cai em queda livre. Nenhuma “tração” poderá te salvar, se você não se ajudar e não pensar como um vestibulando moderno, que não é mais aquele antigo, que ficava bitolando, tentando decorar coisas em vez de compreender sua função e seu desenvolvimento, que só se permitia estudar e não ter vida social… Esse tipo de vestibulando tem uma maior tendência de sucumbir. Então, seja o vestibulando moderno. Seja flexível. Não tenha medo de mudar pontos de fracasso. Aceite novas ideias, e permita-se ser sociável. Porque, de que adianta a aprovação solitária? Sem ter ninguém pra comemorar com você, sem ter alguém pra te abraçar, pra chorar junto e pra dizer que você é um exemplo de superação? Não abandone as pessoas, não se abandone. Não seja o vestibulando obsoleto. Mantenha o foco, sem se mutilar! Esse ano não está perdido. Só perde o ano, quem desiste de mudar o que não está dando certo. Abraços! E sucessos. Qualquer coisa, só comentar abaixo que respondo! E se achou válido o que foi lido aqui, compartilhe com quem precisa ler isso.