LIVROS DE QUEM FOI APROVADO EM MEDICINA, FUVEST, ENEM e OUTROS VESTIBULARES

Bom, estava há algum tempo planejando postar aqui os livros que eu li e que leio durante minha preparação para o Vestibular de Medicina, livros de quem passou por tudo que estamos passando e que foi aprovado, livros com macetes, com técnicas de quem realmente venceu o Vestibular de Medicina.
O Primeiro que postarei é específico para quem almeja o Vestibular da Fuvest, do autor Raphael Gouvea Monteiro, o primeiro é “Análise de Incidências – FUVEST” que vem acompanhado do livro “Vencendo a Primeira Fase da Fuvest”, são realmente importantes, o autor não apenas resolve a prova inteira de 2010 com você, como se fosse um amigo dando dicas, como também faz você pensar em cada questão e desenvolver um método fixo de resolução, rápido e aumentando sua capacidade analítica de cada situação. Já o segundo do mesmo autor, é indicado à quem passou para segunda fase da Fuvest, chama-se: “FUVEST – 2ª Fase Descomplicada”, com muita qualidade, da mesma forma que o primeiro, mas ele faz você analisar cada questão vendo o peso para Medicina e, sobretudo, esquecendo-se da 1ª Fase, pois agora na segunda, todos os candidatos estão no mesmo patamar e com as mesmas probabilidades de aprovação, ele faz o aluno analisar detalhes sutis que fazem diferença na hora de criar uma resposta simples, direta e sem exageros, apenas com o que o corretor pediu para ser respondido.
O outro livro abaixo, serve para melhorar a organização e estratégia com o intuito de aumentar o desempenho, chama-se: “Os 10 Segredos que você deve saber antes de começar a estudar para o Vestibular” do autor Fernando Henrique Canhoto Alves, também aprovado em Medicina. Ele diz no livro que não tinha o dom de ser prodígio no conhecimento, era apenas esforçado e por isso passou e nos dará suas dicas neste livro, preparando-nos para uma verdadeira guerra!!
Além destes, tem a coleção “PASSE FÁCIL NO ENEM – Raphael Gouvea Monteiro”, esse autor realmente é muito bom e fala a linguagem do Vestibulando, recomendo imensamente, inclusive, o Projeto Medicina também recomenda, eu já li todos e melhorei meu desempenho absurdamente nas provas que venho prestando. Esse autor ajuda muito os Vestibulandos, merece muito destaque, espero que a postagem ajude, os links em PDF estão abaixo divididos conforme a ordem do texto, bons estudos! Vamos rumo à MEDICINA!!!

LIVROS EM PDF FUVEST:
Vencendo a 1ª Fase da FUVEST – Diário do Vestibulando de Medicina

Análise de Incidência – FUVEST – Diário do Vestibulando de Medicina

FUVEST – 2ª Fase Descomplicada – Diário do Vestibulando de Medicina

LIVRO EM PDF PARA ORGANIZAÇÃO “A ARTE DA GUERRA: VESTIBULAR”…
Os 10 Segredos que você deve saber antes de começar a estudar para o Vestibular – Diário do Vestibulando de Medicina

COLEÇÃO PDF: PASSE FÁCIL NO ENEM
Análise de Incidências – ENEM – Diário do Vestibulando de Medicina

Passe Fácil no ENEM – Ciências da Natureza – Diário do Vestibulando de Medicina

Passe Fácil no ENEM – Ciências Humanas – Diário do Vestibulando de Medicina

Passe Fácil no ENEM – Linguagens e Redação – Diário do Vestibulando de Medicina

Passe Fácil no ENEM – Matemática – Diário do Vestibulando de Medicina

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FOCO, FORÇA e FÉ!

PERSEVERANÇA, O CAMINHO DA VITÓRIA

Hoje vi uma reportagem muito importante para quem tem dificuldades e, por esse motivo, pensa em desistir nos momentos difíceis.
O Vestibulando de Medicina, Edivando de Moura Barros, com muitas dificuldades financeiras e residente de periferia, conseguiu vencer e aos 22 anos tornou-se Calouro de Medicina na UNIFESP.  No primeiro ano de cursinho ele se envergonhava pois não sabia o que era verbo e não sabia fazer regra de três.

(REPORTAGEM NA ÍNTEGRA)

Edivando de Moura Barros, 22, é só alegria. E não tem a ver com a folia do Carnaval que se aproxima. Ele foi aprovado no tão concorrido curso de medicina em duas instituições públicas, a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e a UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro).

Mas, para chegar a esse resultado, o percurso foi longo. No total, Edivando, que estudou sempre em escola pública, passou quatro anos se preparando após a conclusão do ensino médio.

Em alguns períodos, como em 2012, ele se dedicou completamente ao vestibular chegando a 10 horas diárias de leituras e exercícios, além das aulas no cursinho popular da Unifesp (Cuja – Cursinho Pré-Vestibular Jeannine Aboulafia). Em outros, ele precisou dividir o tempo de estudo com alguns bicos como cobrador de lotação para completar a renda familiar (de um salário mínimo e meio, cerca de R$ 1.000).

Sonho de infância

Quando era pequeno, Edivando precisou conviver com muitos médicos e estava sempre em tratamento por causa de um problema no esôfago. “Tinha 10% de chance de sobreviver e precisei ser operado com cinco dias de vida”, conta. Desde então, sonha em ser médico.

Arquivo pessoal
Uma época, nem dinheiro para comprar um tênis eu tinha. Foi bem no ano que eu pensei mais firme que não podia desistir. Minha luta tinha que continuar

Residente do bairro Pedreira, localizado na periferia da zona sul de São Paulo, e tendo como única fonte de renda a pensão de seu pai (morto quando tinha 16 anos), Edivando diz ter passado por muitas provações durante o preparo para o vestibular.

Logo no primeiro ano de cursinho, passou cinco meses com o braço imobilizado. Depois, passou por dificuldades financeiras e acabou fazendo bicos para completar a renda. “Uma época, nem dinheiro para comprar um tênis eu tinha. Foi bem no ano que eu pensei mais firme que não podia desistir. Minha luta tinha que continuar”, diz. Morador de uma área pobre em região de manancial, Edivando e a família vivem também com o fantasma da remoção por parte da prefeitura.

O jovem não se queixa ao contar sua história. Ele apenas aponta as dificuldades e as superações. E é grato pela ajuda que apareceu pelo caminho — de professores, monitores, das bolsas de estudo que obteve em todos esses anos. Acrescenta que as políticas afirmativas também foram importantes para que ele alcançasse seu objetivo.

Não sabia regra de três

O primeiro ano de cursinho, em 2010, foi só “para pegar o jeito”, conta Edivando. “Nas primeiras aulas não sabia fazer nem fazer uma regra de três”, lembra. “Eu até ficava quieto quando perguntavam, por exemplo, o que era um verbo. Eu não sabia.” Ao final do ano, ele não passou em nenhum vestibular.

Em 2011, o rapaz optou por um cursinho perto de casa e a rotina era puxada mesmo nos finais de semana, quando ficava em cima dos livros das 9h às 18h. Foi nesse ano que ele conseguiu a aprovação em agronomia na Unesp (Universidade Estadual Paulista) e chegou perto dos pontos necessários para ir para a segunda fase da Fuvest, que seleciona alunos para a USP (Universidade de São Paulo).

Quando o dinheiro apertou, em 2012, o estudante arrumou um emprego. Nos vestibulares de 2013, ele foi aprovado em ciências e tecnologia na UFABC (Universidade Federal do ABC), que começaria em julho. Mas a vontade de fazer medicina ficava “martelando sua cabeça” e ele largou a graduação.

No segundo semestre do ano passado, ele conseguiu outra bolsa de estudos e se dedicou novamente ao projeto de passar em medicina. Ele pensou que o ano estava “perdido”. Mas não estava. Ele passou em medicina na UFTM por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada). “Nossa, fiquei muito feliz. Um dia eu estava dentro do ônibus e bateu aquela emoção. Caíram umas lágrimas e acho que todo mundo que olhou pra mim deve ter achado estranho”, diz o rapaz em meio a risos.

Na última terça-feira (25), Edivando recebeu a notícia que mais esperava: havia sido aprovado na lista de espera no curso de medicina da Unifesp — sua “opção desde sempre”.

FONTE:
http://vestibular.uol.com.br/noticias/redacao/2014/02/27/jovem-da-periferia-de-sp-abandona-duas-graduacoes-para-tentar-medicina.htm

Como a Medicina apareceu em minha vida…

Bom, aos que não me conhecem não utilizarei anonimato.
Meu nome é Alexandre Alves Porfirio Vieira, tenho 22 anos, nascido em Santo André-SP, onde desde 2011 me tornei Vestibulando de Medicina. Na realidade eu sempre soube que queria ser médico, mas o medo de enfrentar meu maior inimigo afrontava qualquer resquício de insistência e, sobretudo, resistência. O grande inimigo ao qual me refiro, era eu mesmo.
Em meados de 2011, eu decidi que faria o curso Técnico de Enfermagem, queria ter contato com os pacientes e ter, talvez, a certeza de que era meu sonho ser médico, me testei. Na verdade, essa tentativa foi um pouco frustrante, não pela área, era maravilhosa, adorava ter contato com os pacientes, conversar com eles, saber um pouco da história de cada um deles. O que me frustrou na época é que tudo o que eu ia fazer era limitado, me questionavam por querer conversar com os pacientes, querer saber sobre a história e o que teria o levado aquela passagem no hospital. Essa insatisfação de “limitação”, por não poder me aprofundar em nada, até quando eu me aprofundava para os seminários, – por algumas pessoas -, eu era taxado de “imbecil”, ou até mesmo desumilde, pois eu gostava de perfeição, tudo tinha que ser bem aprofundado e eu sempre tinha que dar meu melhor, mesmo que “algumas pessoas” não quisessem se esforçar e não tivessem nenhuma perspectiva de melhorar como seres humanos.
Depois que concluí o “Técnico em Auxiliar de Enfermagem”, como está descrito em minha certificação, que durou 12 meses, eu deveria fazer uma espécie de especialização, ou complementação, que eram os oito meses de Técnico, estranho, o Técnico do Técnico, mas isso não vem ao caso. Então eu comecei o técnico, mas em fevereiro de 2012, numa página do Facebook, eu estava lendo e vendo as dificuldades de muitas pessoas, as renúncias, coisas realmente inimagináveis, pessoas que abandonaram tudo para buscar Medicina, exemplos de quem fez isso e hoje é feliz pela escolha, pois a aprovação foi o maior presente pela renúncia.
Depois disso vi que realmente eu deveria ser radical, demonstrar meu amor pela Medicina, abrir mão de tudo e buscá-la; foi então que eu saí antes de concluir o Técnico e fui muito afrontado pelos meus familiares, foi difícil, fui taxado de louco, maluco, diziam que eu estava com o futuro feito, pois era muito elogiado pelo meu esforço, eu era bom no que fazia.
O que não comentei foi sobre os Vestibulares, eu comecei a prestar em 2011, tive meu primeiro ENEM, concluí os estudos em 2009, mas só em 2011 tive minha primeira experiência em Vestibulares, alguns não consideram o ENEM Vestibular, mas eu considero! Fui péssimo, eu era um dos melhores alunos da minha turma, muito bom mesmo, era elogiado pelos meus Professores, mas não estava pronto, a prova mostrou isso!
Em 2012 fiz a prova e fui bem, mas não suficientemente para Medicina, em 2013 pela primeira vez prestei outras provas: ENEM, FUVEST, UNIFESP e UNICAMP. Fui razoavelmente bem na Unicamp, Unifesp e Fuvest, mas não no ENEM.
Hoje estou fazendo meu primeiro ano pra valer de cursinho, cheguei a fazer um ruim que chamarei de “x” pra não comprometer a imagem deste, fiz ele em 2011 ou 2010, não me recordo, uns 5 meses apenas, sem comprometimento, sem me dedicar, mesmo dizendo que prestaria Medicina, meus amigos não entendiam o fato de eu dizer que prestaria Medicina, afinal, eu era extremamente descomprometido, e não sabia fazer os exercícios da apostila, quase nunca os fazia.
Hoje faço cursinho, gosto muito, não é objetivo fazer “marketing”, mas este eu irei dizer, faço Objetivo.
Realmente, tive uma monstruosa transformação, aprendi coisas que nunca vi nem na escola, estudei em escola Pública minha vida inteira, e vejo que minha base pelo menos no que sempre me arruinou, Matemática, era infinitamente péssima, e Física? Cheguei a zerar em algumas provas.
Hoje estou mais confiante pois aprendi muito com meus erros, melhorei meu desempenho, gosto de Física, de Matemática, e das outras nem se fala, principalmente Biologia. Fiz grandes amigos, dos quais, sempre me lembrarei e minha meta com a criação do “Diário do Vestibulando de Medicina” é ter uma rede para desabafar, aconselhar, compartilhar experiências, não com muitas pessoas, mas com as poucas que se dedicam, lutam, se desanimam, mas continuam caminhando.
Espero que em breve minha aprovação aconteça, estou mais consciente de que ela está próxima, e até agradeço por ter levado tanto tempo para me enfrentar e buscar a Medicina tão convictamente, pois sei que daqui para frente, quando for aprovado e me formar, exercerei a Medicina com muito amor, não apenas por ela, mas por amor às pessoas que merecem bons profissionais, que merecem ter carinho e ter o sofrimento aliviado, que merecem profissionais humanos e que olham nos olhos, dão risada, sofrem, são empáticos, simpáticos e carismáticos. Realmente hoje, tenho humanidade, o sofrimento que passo para alcançar esse sonho faz com que eu ame a vida, cada aprendizado, cada não que ficou no passado, fizeram-me aprender a viver e a amar cada vez mais a Medicina.
Em breve comemorarei muito minha aprovação, nem sei qual será minha reação, mas sei que irei chorar muito, um choro de alívio, de desabafo, de encantamento, um choro de vitória e de agradecimento à todos que me ajudaram nessa árdua jornada, à todos que acompanharam meu sofrimento, que me motivaram e até aos que não acreditaram em mim ou tentaram me desanimar, muita dessa força que tenho se deve à eles, pois a desconfiança deles me fortalece!